domingo, 24 de julho de 2016

Pseudolaelia

Pseudolaelia corcovadensis


          Esse gênero de orquídea pertence a subtribo Laeliinae e é composto por dez espécies de epífitas ou rupícolas, geralmente encontradas vegetando a pleno sol, ou sob meia sombra proporcionada por capins ou pequenos arbustos. São originadas da região sudoeste brasileiro, a maioria em Minas Gerais, Rio de Janeiro, Espirito Santo, chegando até ao sul da Bahia
          
          Apresentam rizoma muito alongado, que emitem longos velames que crescem em busca de umidade, penetrando nas fendas das rochas, e pseudobulbos robustos, bem espaçados e em formato fusiforme, alongados ou curtos, arredondados e anelados, lembrando um Cyrtopodium (só que menores). Os pseudobulbos desenvolvem de três a sete folhas caducas na parte superior. Estas são longas lanceoladas fibrosas e pouco espessas. A inflorescência é muito longa, ultrapassando um metro, rígida e ereta, comportando até quinze flores que abrem em sequência, que podem ser amarelas ou róseas. 

Pseudolaelia vellozicola

Pseudolaelia irwiniana


          O gênero foi proposto por Paulo de Campos Porto e Alexander Curt Brade em Arquivos do Instituto de Biologia Vegetal, em 1935, quando descreveram a Pseudolaelia corcovadensis.

          Eu ainda não possuo esse gênero, mas quando visitar algum orquidário vou procurar um exemplar. Gosto muito de orquídeas puras, apesar do cultivo ser difícil dependendo do gênero. Há quem não goste daquelas plantas frutos de tantos cruzamentos que nem dá para dizer o que é. Mas é sabido que os híbridos são mais resistentes e fáceis de cultivar. É como se fossem os vira-latas do mundo das orquídeas. 

Bons Cultivos!
          

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